sexta-feira, janeiro 04, 2013

2013 SERÁ MAIS UM ANO OU OS MAIS INCRÍVEIS 12 MESES?


Ah meus queridos dois leitores, que pergunta instigadora! Vou responder com outra pergunta: e 2012 foi mais um ano ou os mais incríveis doze meses? Isto não é um sofisma. 2009 foi tragico, 2010 só faxina e remendo; 2011 navegando à deriva e em 2012... bem, se relerem os posts abaixo terão um breve relato do ano. 2012 foi bom. Não foi extraordinário nem arrebatador, não saí do chão na verdade caí sobre ele, beijei-o... Assim, permitam fazer algumas apostas para 2013.

1ª aposta: tenho ouvido que 2014 será o ano do Brasil na Alemanha, portanto é natural que um projeto venha a tona em algum lugar de São Paulo, O Anel dos Nibelungos. Alguém vai montar um espetáculo baseado nessa ópera.

2ª aposta: não tenho convite, nem sondagem, nem intenção mas eu sinto nos meus ossos. Vou fazer uma viagem internacional em 2013. Não sei para onde nem com que finalidade.

3ª aposta: um nome de consenso nas artes cênicas vai surgir, um avatar (um redentor da Humanidade) belo, talentoso, irretocável entre os gays, esse nome será invejado, copiado e amado por todos. E não será eu...

4ª aposta: outro país irá falir e desencadear outra crise mundial financeira.

5ª aposta: outro virus, outra doença estranha.

6ª aposta: com a descoberta de substâncias imunizantes no sangue de ursos pandas devido à sua dieta de gramídeas, novas descobertas irão concluir que o sangue de adeptos da macrobiótica possuem substâncias muito mais imunizadoras e compatíveis, tal descoberta desencaderá uma caçada por macrobióticos; uma novo tipo de sequestro estampará às manchetes...

7ª aposta: uma nova raça canina vai bombar no mercado de pets.

8ª aposta: outro "novo" pastor evangélico vai bombar na tv.

9ª aposta: não haverá catástrofes naturais de grande dimensão... um furacãozinho básico no golfo do México, dois terremotos que nem serão notícia na Ásia.

10ª aposta: errarei todos os meus prognósticos lotéricos, arre!

Lamentarei: outro ano passará e as pessoas continuarão amando o medíocre, as imbecilidades da televisão, folclorismo disfarçado de erudito, mais do mesmo, nada de experimento... insegurança, medo, a repressão da ousadia, a desintoxicação da vertigem, a intoxicação sôfrega pelo sedativo...