domingo, dezembro 02, 2012

PAULISTÂNIDAS DEZEMBRINAS


...último mes da temporada do POR UMA ESTRELA da Cia. TRuks, da qual todos os meus dois leitores sabem, faço parte do elenco. Tem sido uma luta diária viver em São paulo, distante da minha amada e do meu filhote. Mas trabalhar na Truks tem sido uma aula. Um dos tópicos do aprendizado é a dimensão paulistana. São Paulo é um dos umbigos mundiais, ponto! Curitiba não; e dificilmente será. Dois pontos!!! Em Curitiba um alvoroço era Luiz Melo aparecer nos eventos. Aqui num único final de semana do POR UMA ESTRELA apareceram a Denise Stocklos, Gabriela Rabello, Dib Carneiro e outros corpos celestes que fui incapaz de nomear. Luiz Melo é ótimo, mas para uma capital que deseja ser cultural... Curitiba sofre de monocultura.XXXXXXXX Falava da São Paulo como umbigo mundial. Só aqui posso encontrar lego para o meu filho a preço não tabelado. E se quiser preço melhor posso encontrar o pesssoal que traz de tudo nas malas que passam pelo aeroporto de Cumbica. Agora por exemplo, procuro por um lego fora de linha, que saiu do catálogo. Só em São Paulo posso encontrar na av. do Cursino, algo que nem em New York tem!!!XXXXXXXX Sinto falta das minha luvas, de levantar meus fantoches. Jogar num time como a Truks é bom. Ultimamente estou até recebendo elogios em algumas jogadas. Mas sinto falta das minhas raquetes, do meu esporte individual, do Brisalenta, do Luvazine, do Shishi... do bom Gato por Lebre. Continuo os meus exercícios mas apresentar é outra coisa. Tenho vontade de aprender tocar um instrumento: guitarra, acordeão... para não calcificar os dedos!!! Acho que é paranóia.XXXXXXXXXXX Teve o festival do Sobrevento cuja essência é abordar uma condição. E eles tocaram na fragilidade. é engraçado falar em fragilidade e convidar um espetáculo iraniano cujo solista é praticante de kung fu e o espetáculo foi um exercício de estertor marcial. Foi chocante, foi estarrecedor, foi ótimo.XXXXXXXX ... e os Hermanos Oligor retornaram com a mesma performance para revelar que a história do protagonista coincidentemente do performer, em que ele é abandonado pela amada é uma ficção, para estarrecimento dos crédulos. Nunca me importei em averiguar a veracidade das narrativas, já que a vida ensina que a realidade é relativa e portanto realidade não quer dizer verdade. Mas achei admiravel ele não tentar criar uma franquia teatral e partir para o projeto de vinicultura. Aliás um excelente vinho; comprei uma garrafa.XXXXXXXXXX Aiaiai! A bateria está indo embora e talvez não tenha tempo de voltar a escrever... tchau!

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