quinta-feira, fevereiro 11, 2010

CARNAVAL EM CURITIBA É GARIBALDIS E SACIS

Nesse carnaval desértico curitiboca, Garibaldis e Sacis é o oásis: alalaô-o-o-o-o-o, mas que caloooooor, Jesuis!
Claro que já fui. Claro que já vi. Mas meu analfabetismo sambístico, me põe na eterna cadeirinha diante do copinho, sempre regado, de cerveja. Esse foi e sempre será o meu carná!
Esta ai, nessa exata confluência do bar do Saci, um acontecimento original, autêntico, um carnaval com a cara de Curitiba, com xistes curitibanos, um carnaval com a sagrada dose de petulância, crítica, deboche, e necessários narizes torcidos dos passantes nativos.

Iniciando esse ano do Tigre (fechando o ciclo de 12 anos) o resultado de longamente almejado materializa diante de nossos olhos atônitos. Olga Romero elevada a condição nobre: Lady Romero, Condessa Sassiciana. Itaércio Rocha torna-se produtor cultural, finalmente! E eu, na minha vez, numa visão expansionista, constitui um corpo jurídico na empresa!!!!!!!

Lá se foram alguns anos que venho destilando o fel para reduzi-lo a mel, nas mal digitadas linhas desse blog. Aprendi que não só os amigos frequentam esses posts. Aprendi também que o curitibano , principalmente o político não tolera que se faça riso de sua obra. Acho que se sentem meio alquimistas e preservam o segredo, mesmo que a "obra" seja pública. Não estou dizendo que sou vítima de alguma vingança do alto, em virtude (ou vício) das minhas inquietas digitais. Isso seria uma condecoração inesperada, chamar a atenção, exacerbar o nervo de algum figurão, esse pobre diarinho de um poeta troca-letras de boteco, esse pintor de eucatex, essa pixação de porta de latrina... mas de fato, quem não fica tentado a ler?

Falar, criticar, apontar é o pilar da democracia. Mas o país é uma República Federativa onde o demo nos sabemos aonde está. Por isso o falador não tem muita saúde por aqui.
Em resumo, não estou confessando nada: mas apresentando meu atestado de saúde. Por favor, saibam aplicar o tratamento CORRETO (...) a esse paciente.

2 comentários:

Joba Tridente disse...

Bom é, nããão ééé bonnnné, é?
Então..., quem pensa que água é cachaça..., vai pensar que crítica é uma sopa de letrinhas que, a cada colherada de palavrinhas aleatórias, boiando na burocracia, de tanto entrar e sair da boca (ôps!)vai acabar atravando o séribru, digo célibru, não, é zélibro..., ah cê intendeu.
Não entedeu?
Agora que se foi o maldito horário de verão, anseio pelo ou tô no inverno ou por aí..., correndo atrás.
É isso aí, aqui e acolá, Miya, o negócio é espirrar esta gente pra outro ligar.

Abração!

Jorge Miyashiro disse...

Não entendi, mas....
acho que não é para entende, né?
Bração!