quinta-feira, junho 25, 2009

JOBA EM EXIBIÇÃO


Um dos brinquedos da exposição.


Personagens/títere das contações teatrais do Joba

JOBA TRIDENTE é um dos entes que assombram Curitiba. Mais um ser invisível que se confunde na multidão curitiboca.
Como ser invisível e assombroso, evidente que surpreende.
Trabalhou no insubstituível NICOLAU, jornal literário comandado pelo Manoel Carlos Karam. é um multi-artista, plástico, poeta, bonequeiro, contador de histórias, lendas, murmúrios e sussurros.
Poderia ficar rico, ou pelo menos despreocupado de grana, mas sua excentricidade ou elevado senso estético o impede de usar os axônios monetários. Coisa de frequência espiritual.
Eu acho que ele tem uma coisa meio Calder, meio dadaísta, meio parente de uns caras que tinha em São Paulo chamados Pirataria Poética (naquele tempo pirataria tinha sentido fantástico), meio José Waldery (leia-se Cronópios).
O Joba está expondo algumas de suas loucas engenhocas que ele camufla na forma de brinquedos, com a finalidade de seduzir madames do high society. Elas compram e pagam popozudas quantias ao velho amigo e entregam o objeto aos seus pimpolhos. Um negocinho desse, que o Joba faz não deve durar mais que cinco minutos, mas é tempo suficiente para inocular o vírus Dadá (não confunda com o cavalheiro notório por essas terras); tornando os pimpolhos em verdadeiros UBÚS.

brinquedos e bonecos com material reciclável (papel e plástico), visite a exposição no setor de literatura infantil da Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba, durante todo o mês de julho (01 a 31/07/2009).

2 comentários:

Límerson disse...

ho bauruense! que bons seus comentários hahaha... fizeram-me pensar nisso tudo com mais calma.

sim, as polacas.... mas tenho preferido as poetizas.

Jorge Miyashiro disse...

Sim, as poetizas...
ótimas em poesia.
ehehehehe!